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> Belo Horizonte busca posição de referência nacional em TI

Entidades que representam setor desenvolvem projeto para colocar BH como capital de TI até 2022

Colocar em prática todo o potencial que Belo Horizonte tem para se tornar referência nacional quando o assunto é Tecnologia da Informação (TI) é o objetivo do projeto “BH: Capital de TI em 2022”. As quatro entidades que representam o setor, FUMSOFT, Assespro-MG, SindInfor e Sucesu-MG, estão elaborando, juntas, o planejamento e a execução de ações voltadas ao alcance da meta. Nessa iniciativa, as entidades contam com o apoio do Governo Federal e Estadual, bem como da Prefeitura e da Câmara de BH.

“Historicamente, a TI de Belo Horizonte sempre teve muito sucesso. Entretanto, temos testemunhado que as empresas de BH perdem espaço no cenário nacional quando comparadas a empresas de São Paulo e Brasília”, afirma o presidente da FUMSOFT, Thiago Maia. Para reverter essa situação a favor das empresas de Minas, as entidades estipularam um prazo de dez anos. Segundo Maia, é preciso ter tempo suficiente para implantar um projeto tão arrojado como esse. Além de representar um marco para o setor de TI mineiro, o ano de 2022 será importante pela comemoração dos 200 anos da Independência do Brasil. “Queremos comemorar este marco relevante para o setor de TI da mesma forma que comemoraremos 200 anos de um dos marcos mais relevantes para nossa nação”, explica Maia.

Diversas ações estão sendo planejadas e executadas em áreas como a formação de mão de obra qualificada, geração de negócios, internacionalização, políticas de compras públicas, apoio ao empreendedorismo e acesso a capital. Uma das iniciativas já em curso é o Centro de Inovação Empresarial, coordenado pela FUMSOFT. O projeto busca motivar o desenvolvimento de ações voltadas à transferência de tecnologia da academia para o mercado. O projeto de criação de um condomínio empresarial e de um marco regulatório para o setor estão entre as propostas do projeto “BH: Capital de TI em 2022”.

A missão empresarial à Índia, realizada entre os dias 10 e 19 de outubro pelo Governo de Minas, serviu como inspiração para o setor de TI. Integrante da comitiva de representantes do setor que participaram da visita, Thiago Maia conta que o exemplo indiano é bastante positivo para o Brasil. “Mesmo partindo de um mercado interno menor do que o que dispomos aqui, a TI indiana cresceu significativamente e hoje suas exportações representam 80% da receita de suas empresas. A trajetória da Índia serve como insumo para que também façamos com que a TI de Belo Horizonte cresça e prospere”, acredita.


Postado em: 03/11/2011