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> Mercado chileno está aberto para empresas mineiras

Interessadas em exportar para o Chile podem se integrar a projeto gerenciado pela FUMSOFT em parceria com a Softex


Dar os primeiros passos para introduzir uma empresa ou um produto no mercado internacional não é tarefa simples. As empresas mineiras de TI que desejam expandir sua atuação para o Chile podem conseguir o apoio da FUMSOFT, agente da Softex em Minas Gerais, para encarar esse desafio. Um novo grupo de empresas está sendo formado com foco em aumentar a expressividade da indústria brasileira de software naquele país. Essa oportunidade foi apresentada no Intercâmbio Empresarial FUMSOFT deste mês, realizado na última sexta-feira, 18 de fevereiro.

Empresas que já exportam, que ainda não exportam, mas estão preparadas ou aquelas que só futuramente almejam entrar no comércio exterior podem contar com uma série de incentivos para se internacionalizar. No caso de empresas que têm interesse no mercado chileno, o projeto “Minas Exporta+ para o Chile” é a opção indicada. Como parte das ações do Programa Setorial Integrado para Exportação de Software (PSI-SW), o projeto visa à criação de possibilidades e incentivos para que as empresas insiram seus produtos e serviços no país andino.

Seja qual for o ramo em que a empresa atua, há possibilidades de conseguir incentivos para exportar para o Chile. Contudo, empresas que trabalham no desenvolvimento de software para o setor de mineração têm uma oportunidade especial. A Softex criou uma nova vertical dedicada à mineração, atividade considerada vocação econômica de Minas Gerais. O consultor da Softex para essa vertical, Wilson Caldeira, explica os benefícios para as empresas mineiras voltadas a esse setor: “Elas podem se associar ao grupo e, com o apoio da Softex e da FUMSOFT, criarem ações de vendas no Chile”.

Em um workshop realizado na FUMSOFT em agosto de 2010, o representante da Agência de Desenvolvimento Econômico do Chile (Corfo), Eduardo Altamirano Cabrera, explicou aos empresários as características do mercado chileno e mostrou as vantagens para as empresas brasileiras. O Chile tem a meta de duplicar seu PIB até 2023 e, em uma lista de 64 países, é o primeiro em investimento nas atividades mineradoras.

Para atender as demandas do mercado chileno, as empresas podem ser apresentadas por consultores da Softex e da FUMSOFT a potenciais contatos no país. Além disso, recebem apoio para condução dos negócios. Empresas interessadas nessa oportunidade precisam se integrar ao projeto PSI-SW. O empresário André Andrade, sócio da Visual Virtual, já aderiu ao projeto e acredita no potencial das empresas mineiras. “A ideia é excelente, principalmente porque Minas Gerais tem um potencial enorme para exportação de softwares voltados à mineração”, justifica.

As empresas podem aderir ao projeto até o dia 3 de março. Para assinar o termo de adesão, clique aqui. Informações detalhadas pelo telefone 3287-1260 ou e-mail contato@fumsoft.softex.br.

Acesse aqui as fotos desse evento na galeria da FUMSOFT no Flickr.


Postado em: 28/02/2011