• Cadastre-se para receber o informativo FUMSOFT News:

 
 

> Mercados dos EUA e de Moçambique se abrem para empresas do Brasil

Intercâmbio Empresarial Fumsoft mostrou como empresas brasileiras de TI podem aproveitar oportunidades no exterior

Ao tentar exportar para os Estados Unidos ou para Moçambique, o importante é ter um produto ou serviço de qualidade para oferecer e disponibilidade para buscar as oportunidades. Esse foi o recado passado pelos palestrantes no último Intercâmbio Empresarial Fumsoft, com o tema “Desafios e oportunidades para TI nos mercados dos EUA e de Moçambique”. O evento foi realizado no dia 20 de setembro e contou com a presença do consultor de marketing norte-americano Eric Olsson e de participantes da Missão Empresarial a Moçambique, realizada pela Fumsoft em agosto.

“O mercado moçambicano é muito interessante para as empresas de TI brasileiras, pois faltam fornecedores para atender à ampla demanda no setor”, ressaltou o diretor da Fumsoft e coordenador da missão, Wilson Caldeira. No evento, ele apresentou alguns dos resultados da iniciativa: foram realizadas 48 reuniões comerciais, cinco inserções na imprensa local e todas as empresas participantes têm possibilidade de fechar negócios no país africano.

“Em Moçambique, produtos e serviços brasileiros são extremamente bem recebidos. É um país com grande capacidade de investimento e que remunera bem”, relatou o presidente da Fumsoft e CEO do Vetta Group, Thiago Maia, que participou da missão. Também esteve presente no evento o diretor executivo da empresa Enacom, Douglas Vieira, que viajou a Moçambique. “Conversamos diretamente com quem decidia as compras, tivemos acesso direto aos altos executivos das corporações, pois a estrutura das empresas moçambicanas é mais enxuta”, explicou.

Após o pronunciamento dos participantes da missão, foi a vez do consultor Eric Olsson apresentar aos presentes os aspectos mais importantes que devem ser considerados para ingressar com sucesso no mercado dos Estados Unidos. “É muito mais importante que você apresente o que é o seu produto, o que ele faz e como ele pode contribuir para o possível cliente do que falar sobre os diretores, certificações ou méritos da sua própria empresa”, indica. De acordo com ele, os clientes norte-americanos não estão interessados no porte da empresa ou se ela trabalha ou não com clientes internacionais; o que vale é a qualidade do produto ou serviço.

Confira outras fotos do evento no Facebook.


Postado em: 21/09/2012